Estamos circundados de várias coisas, mas a vida é tão corrida que nem sempre paramos para prestar atenção às pequenas coisas que passam pelo nosso caminho.
Um dia quando caminhava sem preocupações no meu caminho diário da escola para casa, percebi que durante meu percurso encontrei alguns clips, alí jogados, brilhantes e imperceptíveis. Pensei logo que alguém que fez o mesmo trajeto os havia perdido. No dia seguinte notei mais clips e o caminho agora era de casa para o supermercado. Ao longo da semana encontrei clips por todos os cantos da cidade, nos lugares mais inusitados.
Comecei, então, a colher os clips do meu caminho. E assim comecei a pensar sobre tão pequenos, práticos e úteis objetos que passei a colecionar. Se a cada trajeto eu encontrava uma média de 3 a 5 clips, quantos clips eu teria em uma semana, um mês, um ano, ou na vida? Ufa, seriam tantos... Mas por que será que ninguèm presta atenção à esse objeto tão útil?
Meus pensamentos voavam e de repente me percebi refletindo e comparando os com as pessoas (nós). Quando andamos por aí, também passamos por várias pessoas sem percebê-las e sem dar importância, e muitas vezes nos sentimos sozinhos e é absurdo pois existem milhões, bilhões de pessoas espalhadas pelo mundo e muitas delas passam despercebidas por nós, e não nos damos conta que uma delas nos poderia ser "útil".
E por que será que só percebemos poucas dessas pessoas e nos unimos a um número de pessoas também pequeno? Ora, sabemos bem. Temos tanta pressa e ansiamos tanto por encontrar alguém, que não notamos os que passam por nós todos os dias.
Quando abrimos nossos olhos e saímos da cegueira causada por nosso comportamento egocentrico, nos libertamos e aprendemos a usar nosso "imã" para atrair "clips" para somar em nossas vidas. Os clips são sempre úteis e seu papel é o de união. Nunca está só quem tem uma coleção de "clips" que encontrou pelo caminho.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Por que não eu?
Quando se trata de relacionamentos afetivos a tendencia em assumir uma relação com uma pessoa mais "simples" é grande. Quem não quer uma pessoa simplesmente adorável? E por causa disso, muita gente "sobra", e um dia se pega pensando: "Por que ela (e) e não eu?". E a resposta nesses casos também é muito simples: "Você não é adoravelmente SIMPLES como ela (e)."
As pessoas cheias de personalidade, autenticas, corajosas e independentes são afascinantes a ponto de deixar os outros com medo de estarem com elas. Por que? Porque tem gente que se sente totalmente inseguro diante de quem o fascina e seduz. Em contrapartida, aquelas simples, com menos exuberancia ( e aqui não me refiro ao aspecto fisico e sim a personalidade), levam a melhor, pois não representam uma ameaça na vida de um inseguro . São fáceis de conviver pois evitam o confronto, tornam-se adoráveis, e confiáveis porque são de facil "manuseio" , diferentemente do primeiro tipo que aje por si só e sustenta sua opinião.
Então entre a pessoa complexa e a simples, tem quem escolha o "caminho mais fácil" mesmo que este não corresponda ao "caminho da felicidade", e acreditem, ele é sempre mais complicado. Por acreditarem que complexa signifique "perigosa" escolhem uma parceiria mais simples, logo "segura".
E para as "perigosas" que já questionaram "Por que não eu?", entendam que o amor não é uma questão de dominação e quem encara isso assim só pode sentir-se satisfeito ao lado de quem lhe parece submisso, e se ao lado desse alguém não está você, sinta-se feliz, pois o problema aqui não é seu que não conquistou quem você quis, e sim do outro que, na verdade, não soube ter você.
Muitos nasceram para serem livres, e não há quem os "coloque cabresto". As relações de amor são parceirias, e parceiros não precisam se submeter um ao outro, caminham lado a lado livremente no caminho da vida.
As pessoas cheias de personalidade, autenticas, corajosas e independentes são afascinantes a ponto de deixar os outros com medo de estarem com elas. Por que? Porque tem gente que se sente totalmente inseguro diante de quem o fascina e seduz. Em contrapartida, aquelas simples, com menos exuberancia ( e aqui não me refiro ao aspecto fisico e sim a personalidade), levam a melhor, pois não representam uma ameaça na vida de um inseguro . São fáceis de conviver pois evitam o confronto, tornam-se adoráveis, e confiáveis porque são de facil "manuseio" , diferentemente do primeiro tipo que aje por si só e sustenta sua opinião.
Então entre a pessoa complexa e a simples, tem quem escolha o "caminho mais fácil" mesmo que este não corresponda ao "caminho da felicidade", e acreditem, ele é sempre mais complicado. Por acreditarem que complexa signifique "perigosa" escolhem uma parceiria mais simples, logo "segura".
E para as "perigosas" que já questionaram "Por que não eu?", entendam que o amor não é uma questão de dominação e quem encara isso assim só pode sentir-se satisfeito ao lado de quem lhe parece submisso, e se ao lado desse alguém não está você, sinta-se feliz, pois o problema aqui não é seu que não conquistou quem você quis, e sim do outro que, na verdade, não soube ter você.
Muitos nasceram para serem livres, e não há quem os "coloque cabresto". As relações de amor são parceirias, e parceiros não precisam se submeter um ao outro, caminham lado a lado livremente no caminho da vida.
sábado, 21 de agosto de 2010
Dor de amor
É estranho, mas acontece, ouvir dizer em dor de amor. Amor, teoricamente, deve ser um sentimento que traz paz, harmonia e aconchego, mas basta alguém acreditar que está amando começam as confusões mentais, os medos, as inseguranças, o desequilibrio emocional. E isso que chamam de "amor", vira dor.
Mas o que será que causa o sofrimento nas pessoas apaixonadas? Primeiramente deve-se entender a razão do que traz a dor. Buscando a resposta nas origens é mais fácil chegar a alguma conclusão.
Culpar os outros pelo próprio sofrimento é muito fácil, porque assim o responsável por tudo é uma terceira pessoa, e ser vítima de uma situação é algo comodo. Então dizer que o parceiro a faz sofrer significa que as atitudes( conscientes ou inconscientes) dele resultam em sofrimento a quem o ama, e nesse caso é muito fácil resolver a situação: ou o parceiro muda de atitudes, ou a vítima da história "sai fora" dessa relação. Deixando de ser a coitadinha e refazendo uma nova vida, afinal existem milhões de pessoas bacanas nesse mundo que podem faze-la feliz de verdade.
Mas, se a situações é diferente, se alguém sofre por causa de outra pessoa, então é tudo uma outra história, mesmo que pareça igual. Pois se alguém sofre por outra pessoa , o sentimento não é causado, alguém sofre por ela sem haver uma intenção de que essa pessoa sofra. Na verdade aqui existe uma incompatibilidade natural, ninguém a faz sofrer o sofrimento existe na pessoa (por outras razões ou traumas) e o convivio com a outra somente potencializa aquele sentimento negativo já existente. A solução aqui é simples, "conhece-ti a ti mesmo". Muitas vezes é necessário aprender a se amar primeiro para então ser capaz de amar os outros.
E há ainda quem sofra por conta própria, independente da relação amorosa. Quem vê na vida uma razão para sofrer e quando se relaciona com alguém despeja sobre o relacionamento todo o sofrimento, a insatisfação pessoal e o negativismo que tem dentro de si própria. E a solução aqui seria um psicologo mesmo. Ou, uma mudança radical no modo de perceber a vida, que na verdade è bela e fantástica, e deve ser vivida com um sorriso no rosto.
O mais importante é analisar as situações que vivemos, para entender as razões das nossas "carinhas de sorriso invertido" e assim procurar melhorar a cada dia. Relacionar com outras pessoas é dificil pois somos muito diferentes, mas respeito pelos outros e por si próprio vem sempre em primeiro lugar. E como ponto primordial devemos ter em mente que quando há amor de verdade e a relação é saudável não há espaço para a dor.
Mas o que será que causa o sofrimento nas pessoas apaixonadas? Primeiramente deve-se entender a razão do que traz a dor. Buscando a resposta nas origens é mais fácil chegar a alguma conclusão.
Culpar os outros pelo próprio sofrimento é muito fácil, porque assim o responsável por tudo é uma terceira pessoa, e ser vítima de uma situação é algo comodo. Então dizer que o parceiro a faz sofrer significa que as atitudes( conscientes ou inconscientes) dele resultam em sofrimento a quem o ama, e nesse caso é muito fácil resolver a situação: ou o parceiro muda de atitudes, ou a vítima da história "sai fora" dessa relação. Deixando de ser a coitadinha e refazendo uma nova vida, afinal existem milhões de pessoas bacanas nesse mundo que podem faze-la feliz de verdade.
Mas, se a situações é diferente, se alguém sofre por causa de outra pessoa, então é tudo uma outra história, mesmo que pareça igual. Pois se alguém sofre por outra pessoa , o sentimento não é causado, alguém sofre por ela sem haver uma intenção de que essa pessoa sofra. Na verdade aqui existe uma incompatibilidade natural, ninguém a faz sofrer o sofrimento existe na pessoa (por outras razões ou traumas) e o convivio com a outra somente potencializa aquele sentimento negativo já existente. A solução aqui é simples, "conhece-ti a ti mesmo". Muitas vezes é necessário aprender a se amar primeiro para então ser capaz de amar os outros.
E há ainda quem sofra por conta própria, independente da relação amorosa. Quem vê na vida uma razão para sofrer e quando se relaciona com alguém despeja sobre o relacionamento todo o sofrimento, a insatisfação pessoal e o negativismo que tem dentro de si própria. E a solução aqui seria um psicologo mesmo. Ou, uma mudança radical no modo de perceber a vida, que na verdade è bela e fantástica, e deve ser vivida com um sorriso no rosto.
O mais importante é analisar as situações que vivemos, para entender as razões das nossas "carinhas de sorriso invertido" e assim procurar melhorar a cada dia. Relacionar com outras pessoas é dificil pois somos muito diferentes, mas respeito pelos outros e por si próprio vem sempre em primeiro lugar. E como ponto primordial devemos ter em mente que quando há amor de verdade e a relação é saudável não há espaço para a dor.
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Desacelere já!
Nesse nosso mundo veloz, as pessoas parecem apreciar o que é instantaneo e descartável, e na pressa para se obter o que desejam, esquecem de apreciar cada etapa que se vive. Agem sem pensar, e se preocupam com o que ainda há de ser, e torcem para o tempo passar rápido para conseguirem o que almejam. E esse comportamento se reflete, muitas vezes, na vida sentimental.
Muitas pessoas passam em nossas vidas e não deixam nada, além da lembrança de minutos frenéticos de excitação. E um dia acordamos nos sentindo sozinhos, e mal-amados, e por fim acreditamos que não temos capacidade de encontrar uma pessoa bacana, ou ainda culpamos os outros por serem vazios ou qualquer coisa do gênero.
Não é uma questão de ser uma pessoa romântica, ou liberal. O foco aqui é desacelerar para poder apreciar, e curtir cada pequeno gesto e atitude das pessoas e viver cada segundo de um relacionamento com entusiasmo. "Deixar rolar" devagar, envolver-se com as pessoas que passam pelas nossas vidas, conhece-las, aprecia-las e quem sabe até aprender algo significante com elas.
O ser humano é uma criatura que nasceu para viver em conjunto, então relacionar-se é essencial para todos nós. E por relacionar se entende entrar na intimidade de alguém. Então na pressa, atropela-se as etapas da conquista, e acabamos descartando as pessoas, sem conhece-las de verdade, e sendo descartados. Ao invés de entrar na vida de alguem e fazer a diferença.
Nada mais gostoso que chegar em casa feliz da vida por ter ganhado um beijo no rosto de uma pessoa que admiramos, ou então ter escutado dela elogios, e no dia seguinte( ou depois de algum tempo mais longo) receber um recado bacana dela (daqueles que levantam nossa moral).
Ir devagar é uma questão de cautela e não deve ser confundido com inércia, ou medo. Os pequenos avanços podem nos levar mais rápidamente na direção certa. E lembrem-se que "a pressa é inimiga da perfeição".
Muitas pessoas passam em nossas vidas e não deixam nada, além da lembrança de minutos frenéticos de excitação. E um dia acordamos nos sentindo sozinhos, e mal-amados, e por fim acreditamos que não temos capacidade de encontrar uma pessoa bacana, ou ainda culpamos os outros por serem vazios ou qualquer coisa do gênero.
Não é uma questão de ser uma pessoa romântica, ou liberal. O foco aqui é desacelerar para poder apreciar, e curtir cada pequeno gesto e atitude das pessoas e viver cada segundo de um relacionamento com entusiasmo. "Deixar rolar" devagar, envolver-se com as pessoas que passam pelas nossas vidas, conhece-las, aprecia-las e quem sabe até aprender algo significante com elas.
O ser humano é uma criatura que nasceu para viver em conjunto, então relacionar-se é essencial para todos nós. E por relacionar se entende entrar na intimidade de alguém. Então na pressa, atropela-se as etapas da conquista, e acabamos descartando as pessoas, sem conhece-las de verdade, e sendo descartados. Ao invés de entrar na vida de alguem e fazer a diferença.
Nada mais gostoso que chegar em casa feliz da vida por ter ganhado um beijo no rosto de uma pessoa que admiramos, ou então ter escutado dela elogios, e no dia seguinte( ou depois de algum tempo mais longo) receber um recado bacana dela (daqueles que levantam nossa moral).
Ir devagar é uma questão de cautela e não deve ser confundido com inércia, ou medo. Os pequenos avanços podem nos levar mais rápidamente na direção certa. E lembrem-se que "a pressa é inimiga da perfeição".
domingo, 15 de agosto de 2010
Dia do solteiro
Hoje, assim que fiquei online tive uma surpresa: DIA DO SOLTEIRO. A primeira idéia que me veio em mente foi que nesse nosso mundo consumista o que mais existe é invenção de datas comemorativas para induzir as pessoas a consumirem, cada vez mais, coisas de que elas não tem realmente necessidade. Entao resolvi dar uma lidinha no assunto da matéria do site, e como EU sou uma solteira por opção achei que valia a pena ver o que falavam.
Depois que li e fiz até o teste "você nasceu para ser solteiro?", comecei a refletir sobre o assunto de um ponto de vista diferente. De um modo geral, acredita-se que ser solteiro é estar sozinho, ou mesmo que o solteiro não tem quem o ame, e seria então uma situação degradante estar nessas condições. Assim sendo, muitas pessoas saem a "caça" de um parceiro que nem sempre corresponde as expectativas do grande amor. Quando esse tipo de desespero bate, parece que "as piores opções do mercado" surgem e assim muita gente acaba entrando num relacionamento frustrante com uma pessoa a qual não tem afinidades, pelo medo de estar sozinha.
A minha reflexão é: será que ser solteiro é mesmo tão ruim?. Analisando as relações das pessoas, e até as que viví, fica claro que todo esse "auê" que fazem pelo medo da solidão, resulta em solidão. Estar com alguem por estar, sem sintonia, sem paixão, é procurar aborrecimento com as proprias mãos. E, nao é a solterice que nos faz sentir sozinhos e sim a carência afetiva.
Pois, sinceramente, uma pessoa solteira pode ter mais liberdade que uma que se envolve em uma relação, e se pode amar loucamente sem ter um relacionamento tradicional(namorado, noivo, marido), pode-se ter relações mais abertas(fucking friend) sem muitas cobranças e amar muito e até mais do quem assume algo muito sério do tipo "aliança no dedo e tudo mais". Afinal, amor é respeito, confiança, e admiração, e se duas pessoas tem esse sentimento reciproco não é necessário sair anunciando pelos quatro cantos do mundo, ou mesmo formalizando a situação.
Passamos por tantas fases na vida, e muitas vezes precisamos estar com nós mesmos. Algo como "recarregar as baterias" para se encontrar, refletir, crescer com o que vivemos, e nos conhecer melhor . Então optamos por estarmos solteiros nesses periodos, e nunca está só aquele que tem a si mesmo. Em outras fases estamos tão satisfeitos com nós mesmos que queremos compartilhar, e então é o momento de estar à dois.
O bacana é ser fiel a si mesmo e saber procurar o que realmente traz felicidade. Não adianta nada ter um namorado só para não ser solteira, ou ser uma solteira cheia de encanações do tipo"ninguem me ama , ninguem me quer" só porque existe uma grande pressão social de acasalar-se com alguém, pois em ambas situações a frustação é inevitável. Deve-se viver e deixar a vida acontecer, relacionar somente com quem nos desperta sentimentos e sensações indescritiveis e ser solteiro por opção quando o momento for de poucas paixões. E pensar sempre que nesse nosso mundo globalizado as pessoas podem estar cada vez mais proxima e compartilhar ainda mais, e ninguem precisa se submeter a estar com quem não as faz bem, pois existem muitas pessoas bacanas no mundo para serem conhecidas e conquistadas. E para finalizar, quem não consegue ser feliz consigo mesmo nao poderá nunca ser feliz ao lado de alguem.
Depois que li e fiz até o teste "você nasceu para ser solteiro?", comecei a refletir sobre o assunto de um ponto de vista diferente. De um modo geral, acredita-se que ser solteiro é estar sozinho, ou mesmo que o solteiro não tem quem o ame, e seria então uma situação degradante estar nessas condições. Assim sendo, muitas pessoas saem a "caça" de um parceiro que nem sempre corresponde as expectativas do grande amor. Quando esse tipo de desespero bate, parece que "as piores opções do mercado" surgem e assim muita gente acaba entrando num relacionamento frustrante com uma pessoa a qual não tem afinidades, pelo medo de estar sozinha.
A minha reflexão é: será que ser solteiro é mesmo tão ruim?. Analisando as relações das pessoas, e até as que viví, fica claro que todo esse "auê" que fazem pelo medo da solidão, resulta em solidão. Estar com alguem por estar, sem sintonia, sem paixão, é procurar aborrecimento com as proprias mãos. E, nao é a solterice que nos faz sentir sozinhos e sim a carência afetiva.
Pois, sinceramente, uma pessoa solteira pode ter mais liberdade que uma que se envolve em uma relação, e se pode amar loucamente sem ter um relacionamento tradicional(namorado, noivo, marido), pode-se ter relações mais abertas(fucking friend) sem muitas cobranças e amar muito e até mais do quem assume algo muito sério do tipo "aliança no dedo e tudo mais". Afinal, amor é respeito, confiança, e admiração, e se duas pessoas tem esse sentimento reciproco não é necessário sair anunciando pelos quatro cantos do mundo, ou mesmo formalizando a situação.
Passamos por tantas fases na vida, e muitas vezes precisamos estar com nós mesmos. Algo como "recarregar as baterias" para se encontrar, refletir, crescer com o que vivemos, e nos conhecer melhor . Então optamos por estarmos solteiros nesses periodos, e nunca está só aquele que tem a si mesmo. Em outras fases estamos tão satisfeitos com nós mesmos que queremos compartilhar, e então é o momento de estar à dois.
O bacana é ser fiel a si mesmo e saber procurar o que realmente traz felicidade. Não adianta nada ter um namorado só para não ser solteira, ou ser uma solteira cheia de encanações do tipo"ninguem me ama , ninguem me quer" só porque existe uma grande pressão social de acasalar-se com alguém, pois em ambas situações a frustação é inevitável. Deve-se viver e deixar a vida acontecer, relacionar somente com quem nos desperta sentimentos e sensações indescritiveis e ser solteiro por opção quando o momento for de poucas paixões. E pensar sempre que nesse nosso mundo globalizado as pessoas podem estar cada vez mais proxima e compartilhar ainda mais, e ninguem precisa se submeter a estar com quem não as faz bem, pois existem muitas pessoas bacanas no mundo para serem conhecidas e conquistadas. E para finalizar, quem não consegue ser feliz consigo mesmo nao poderá nunca ser feliz ao lado de alguem.
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